sexta-feira, 12 de setembro de 2008

verdes, amarelos, roxos, vermelhos e pretos.


Verdes, amarelos, roxos, vermelhos e pretos. São tantas as cores que existem. Inúmeras pela claridade, tom e contrastes. São bonitas, chamativas, tristes, alegres, cansativas. A vida é uma coletânea de cores. Vez por outra somos pegos em uma delas. As vezes se simpatizo com algo digo que estava tudo meio... azul. Mas há situações que tudo está meio amarelo.

Gostaria de decifrar a cor de Cristo. A cor de sua espiritualidade. Que cor seria? Como deveriam ser as cores para aqueles olhos que andavam ombro a ombro com Jesus? Como eram as manhãs ensolaradas? As manhãs de chuvas? Como eram os almoços com Jesus depois de uma manhã de trabalhos intenços em determinado povoado? Qual as cores dos olhos de Jesus?

Existem dias que ao percorrer as mesmas ruas que rotineiramente caminho penso que ao final dela poderia ter uma passagem secreta que me levaria a um mergulho aos olhos coloridos de vida do mestre Jesus. Os dias passam e não encontro essa passagem. Pensando um pouco melhor, talvez essa passagem, esse mergulho aconteceu no exato momento que apareci nesse mundo, ali, no parto de minha mãe, ao me ter.

Naquele momento, simples como todos passaram, talvez seja o esperado mergulho às cores dos olhos de Jesus. Que fantástico. A vida é as cores do olhos de Jesus. E estamos a todo tempo desfruntando dessa diversidade que mal conseguimos discernir em qual estamos vivendo. É fabuloso estar nessa perspectiva. É inovador a cada dia. É desafiante. É vida! São cores!

A plenitude das cores é estar cada vez mais próximo à perspectiva de vida de Jesus de nazaré. Quanto mais próximos estamos dos principios de vida dele, mais cores vivemos nos póros de nossa pele. Quanto mais incarnamos em nós os valores e principios de Jesus, mais profundo no mergulho das cores vamos. Quanto amor, quanto mistério, quanto descobrir é a vida dos que mergulham nos olhos coloridos do mestre.

A vida é uma realidade mais colorida que podemos imaginar. Vivê-la sem Cristo pode ser a pior escolha que alguém pode fazer nessa vida. Pode se dizer sim pra alguns prazeres, algumas conveniências, mas a plenitude das cores que em Cristo se propõe é como o convite mais esperado de nossa vida: cores plenas pro nosso interior descolorido de muitas cores.



1 comentários:

Carol Broch disse...

E qtas cores existem ainda a serem descobertas... só o passar dos dias pra trazer essas cores, ou a mudança do nosso olhar sobre as mesmas!
Como sempre, encontro aqui palavras edificantes.
Que Deus permaneça em vc.
Um abraço